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Renato Borghi

Em 2012, Renato Borghi está completando 54 anos de teatro. O ator é uma espécie de síntese encarnada dos principais movimentos que marcaram os palcos brasileiros, mesmo antes do início de sua tentacular carreira. “Entrou” para o teatro assistindo às grandes revistas cariocas da época e seus comediantes. Nos anos 50, mudou-se para São Paulo e testemunhou a revolução cênica do TBC e as inovações dramatúrgicas do Teatro de Arena.

Iniciou sua jornada em 1958, na companhia dos ícones teatrais Sérgio Cardoso e Nídia Lícia e, pouco depois, fundou seu próprio grupo com colegas da faculdade de direito, entre eles, José Celso Martinez Corrêa. O grupo era o Teatro Oficina e, depois dele, a cena nacional nunca mais seria a mesma. Montagens como O Rei da Vela, Pequenos Burgueses, Galileu Galilei, Na Selva das Cidades e Gracias Señor teriam impacto decisivo não só no teatro, mas também na sociedade brasileira da década de 1960. Renato Borghi foi o protagonista inesquecível de todas essas peças. Desligou-se do Oficina no início dos anos 70 e passou a ter papel central no chamado “teatro de resistência” à ditadura militar. Montagens como O que Mantém um Homem Vivo (de Bertold Brecht), Calabar (de Chico Buarque e Ruy Guerra), Um Grito Parado no Ar (de Guarnieri) e Murro em Ponta de Faca (de Augusto Boal), todas produzidas e estreladas por Borghi, foram elementos essenciais no processo de libertação política do País.

Com a redemocratização ocorrida a partir dos anos 80, além de manter seu trabalho como ator, produtor e diretor, Borghi escreveu peças, o que rendeu-lhe a consagração também como autor teatral. Seus primeiros textos – A Estrela Dalva, com Marília Pêra; e Lobo de Ray-Ban, com Raul Cortez e Christiane Torloni – foram um enorme sucesso de público e crítica. Sua presença é também marcante na televisão e no cinema.

No início dos anos 90, fundou, com o ator e diretor Elcio Nogueira Seixas, o Teatro Promíscuo, sua atual companhia. Entre 2009 e 2010, Borghi idealizou com Elcio Nogueira um dos trabalhos mais inspiradores de sua companhia: A Embaixada do Teatro Brasileiro, projeto que percorreu 15 países Ibero-americanos promovendo o teatro brasileiro no exterior e incentivando o intercâmbio entre as dramaturgias produzidas em espanhol e português. A iniciativa recebeu o Prêmio Villanueva, dos críticos de arte cubanos.

Grupo Revelação

O Grupo Revelação foi criado no Rio em 1991.

Sua trajetória de sucesso inclui marcas incríveis, como ter o segundo álbum mais vendido em 2002 − “Ao Vivo no Olimpo” −, com mais de 700 mil cópias. Longas turnês no Brasil e exterior (Estados Unidos, Japão e Europa) e o cotidiano de grandes apresentações não afastam o grupo, porém, das raízes do seu trabalho.

Uma das formas de se manterem conectados a elas é o partido alto, mas isso eles só mostrarão no TEDx ESPM.

Mauricio de Sousa e Mônica

Mauricio de Sousa nasceu em Santa Isabel (SP), em 1935, e de lá ganhou o mundo. Aos 19 anos, mudou-se para São Paulo e, durante cinco anos, foi repórter policial da Folha da Manhã (atual Folha de S. Paulo). Em 1959, ainda atuando como jornalista, criou seu primeiro personagem – o cãozinho Bidu, acompanhado do seu dono, o Franjinha.

Foi o que bastou para se dedicar só aos quadrinhos. Nos anos seguintes, Mauricio criou diversos personagens — Cebolinha, Piteco, Chico Bento, Penadinho, Horácio, Raposão, Astronauta, etc. Até que, em 1970, lançou a revista Mônica, pela Editora Abril. Em 1986, o autor levou as publicações da Turma da Mônica para a Editora Globo, na qual permaneceu até 2006. Atualmente, está na Panini.

Hoje, as criações de Mauricio chegam a cerca de 30 países. No Brasil, suas revistas são responsáveis por 86% das vendas do mercado. O autor já alcançou o extraordinário número de 1 bilhão de revistas publicadas.

E esse fascínio se estendeu a livros, desenhos animados, internet, cinema, palcos de teatro, álbuns de figurinhas, parques temáticos e milhares de produtos licenciados com a marca Turma da Mônica. Um sucesso que, literalmente, não está (só) no gibi!

A filha mais famosa de Mauricio, a Mônica, completa 50 anos de vida em 2013, mas ainda com corpinho de sete! A personagem, que é praticamente a primeira-dama do quadrinho brasileiro, hoje é muito mais do que a “dona da rua”.

Em 2007, Mônica foi nomeada embaixadora do Unicef – ela é a única personagem fictícia no mundo a ostentar esse título. No ano seguinte, a dentucinha se tornou embaixadora do turismo brasileiro. E, em 2009, virou embaixadora da cultura do Brasil.

E conseguiu tudo isso sem nem precisar girar o Sansão, o seu inseparável coelhinho azul.

Desde 2008, Mônica e seus amigos têm também uma versão adolescente. A revista Turma da Mônica Jovem se tornou o maior sucesso editorial do mercado brasileiro de quadrinhos nos últimos 30 anos, com tiragens que superam, inclusive, as do mercado norte-americano. Numa edição recente, Mônica e Cebola são mostrados dez anos no futuro, se casando. Definitivamente, coelhada de amor não dói.

Adrian Frascaroli Tsallis

Adrian Frascaroli Tsallis, um de nossos speakers X, cresceu em um ambiente multicultural. Filho de um grego com uma argentina, irmão de uma francesa e de um americano, esse brasileiro é curioso por natureza.

Engenheiro de produção, já trabalhou com marketing, tecnologia e hoje é um “casamenteiro executivo”, tendo fundado a UpHill Executive Search.

É um amante da vida, dos esportes, da natureza e da mágica. A mistura da mágica com esse ambiente multicultural o fez perceber o quanto a habilidade de multiplicar emoções depende de algo que existe naturalmente nas crianças e que se perde em parte quando crescemos.

Genesson Honorato dos Santos

O baiano Genesson Honorato dos Santos tem 29 anos e é formado em Psicologia.

Nasceu em Itabuna, entretanto viveu boa parte da vida em Mascote – também no interior baiano −, cidade de apenas 11 mil habitantes, pela qual tem eterno amor.

De volta a Itabuna com o objetivo de cursar a faculdade, trabalhou como trocador de ônibus e auxiliar de escritório. Em 2005, fez a prova do Enem e ganhou uma bolsa do ProUni.

Já morando em Salvador, chegou a ser professor do Senac Bahia. Hoje é trainee de RH da L’Oréal Brasil, empresa em que entrou para trabalhar na área de remuneração e benefícios, mas logo abraçou o Pilar Diversidade, buscando trabalhá-lo em 360º.

 “Vivemos a vitória da demografia, sabemos que talento é essencial, porém precisamos horizontalizar nossa visão e perceber que o talento está em todo lugar.”

Bernardo Pontes

Aos 25 anos, Bernardo Pontes já realizou alguns dos sonhos de muitos meninos – e também de outros não tão meninos assim.

Muito novo, foi convidado a trabalhar no Fluminense Football Club. Seu objetivo foi aproximar o torcedor através de ações promocionais e eventos. Quatro meses depois se tornou coordenador de marketing. E, em junho de 2012, deixou o Fluminense para trabalhar no Comitê Organizador da Copa do Mundo Fifa – Brasil 2014 como coordenador de competição e serviço às equipes. 

Adriana Grineberg

Adriana Grineberg escolheu trabalhar sempre no olho do furacão.

Publicitária com MBA pela ESPM, a executiva desenvolveu toda a sua carreira na indústria de marketing digital.

Começou na estruturação do e-commerce do Pão de Açúcar, participou do startup do portal iG e ingressou no Google no qual participou do início das operações no Brasil em 2005 e, depois de seis anos, seguiu para uma nova jornada, agora no Facebook. Lá, participa da estruturação das operações da empresa no Brasil como diretora de negócios.

Amazing Break

O Parque São Rafael é um bairro distante do centro de São Paulo – 38 km, mais precisamente. Lá, John Lennon da Silva, seu irmão John Michael e o amigo Andrei Alves de Jesus dedicam-se a manter vivo o seu grupo, o Amazing Break.

Com eles, o pop/rap americano casou-se com uma das coreografias mais emblemáticas do balé. Pelas mãos do coreógrafo Luis Ferron, os rapazes foram apresentados a O Cisne, 13º andamento de O Carnaval dos Animais, peça escrita pelo compositor francês Camille Saint-Saëns em 1886. No começo do século 20, o russo Mikhail Fokine coreografou o trecho e sugeriu à conterrânea Anna Pavlova que o dançasse.  Ferron, mostrando o trecho aos meninos, disse: “Pira na música, não pira na mulher”. A experiência incomum, registrada num vídeo de quatro minutos, alcançou o YouTube e logo se disseminou. Acabou chamando a atenção do SBT, que convidou John para o programa de calouros “Se Ela Dança, Eu Danço”.

Bárbara Mota

Seu negócio é contar histórias. Bárbara R. Mota é diretora de cultura e líder da operação brasileira na empresa Os Alquimistas, especializada em narrativa transmídia, em que já trabalhou com clientes como Coca-Cola, Globo, Itaú, Nextel e Petrobras. É também professora de Redação e Narrativa para Gestão de Marcas na ESPM-RJ.

Formada pelo Instituto de Artes e Comunicação da Universidade Federal Fluminense (UFF), em Cinema e Audiovisual. Há nove anos colabora no desenvolvimento de inovações em entretenimento e educação. Trabalhou na elaboração de jogos educacionais e projetos de ensino a distância na empresa Autoria.

No Instituto Oi Futuro, foi responsável por estratégias de interatividade e engajamento para adolescentes, com o objetivo de fomentar o uso de novas mídias e tecnologias. No Almanaque da Rede, colaborou com o desenvolvimento de uma plataforma de rede social inovadora voltada à escrita criativa e aprendizagem.

Facundo Guerra

Aos 38 anos, Facundo Guerra é considerado um dos mais dinâmicos empreendedores da noite paulistana na atualidade. São dele o agora extinto Vegas Club, além do Lions Nightclub, Z Carniceria, Volt, Cine Joia e Club Yacht. Guerra, nascido na Argentina e naturalizado brasileiro, é engenheiro de alimentos de formação e mestre e doutor em Ciências Políticas pela PUC-SP. É apontado como um dos grandes responsáveis pelo renascimento do chamado Baixo Augusta e tem mais dois projetos no “pente” para 2012 e 2013.

Leonardo Brant

Leonardo Brant é pesquisador cultural e autor do livro O Poder da Cultura (Peirópolis, 2009), entre outros que exploram o universo das políticas e do mercado de cultura. Diretor do documentário Ctrl-V, pesquisa transmídia sobre o mercado audiovisual global e seus efeitos nas culturas locais, e diretor associado da Deusdará Filmes, produtora especializada em documentários e produções multiplataforma.

Empreendedor criativo, é presidente da Brant Associados, consultoria que reúne empreendimentos como: Cemec (o primeiro centro de formação especializado em negócios criativos do Brasil), Casa8 (produtora de conteúdo cultural) e Deusdará, além de iniciativas como o site Cultura e Mercado e o programa Empreendedores Criativos, o primeiro realityshow colaborativo do Brasil, idealizado e coordenado por Brant, em parceria estratégica com o banco Santander. 

Roberta Medina

Se a vida começasse agora, certamente Roberta Medina comandaria algum evento inesquecível para a data não passar em branco. A carioca de 34 anos é sócia e vice-presidente-executiva do Rock in Rio, além de ser sócia e presidente da Better World Comunicação e Eventos (Portugal e Espanha), e da Dream Factory Entretenimento (Brasil). Sua carreira começou no Barra Shopping, sendo assistente para a produção do show DisneyMania e, posteriormente, como assistente de marketing da equipe do shopping.

A partir de então, comandou a produção de eventos marcantes, como a árvore de Natal da Lagoa Rodrigo de Freitas (Natal Bradesco Seguros) e o calendário de eventos “Rio Coração do Brasil”, do Governo do Estado do Rio de Janeiro. Sua atuação no Rock in Rio começa em 2000, atuando de coordenadora de produção da edição 2001 no Brasil; e em 2003, quando assume sua direção geral para a expansão internacional.

Os cases de suas empresas incluem, além das edições Rio, Lisboa e Madri do maior evento de entretenimento e música do mundo, eventos como Coca-Cola Vibezone, Speedy Experience, Maratona do Rio de Janeiro, Carnaval de Rua do Rio de Janeiro e Brasil Kite Tour.

Tanta energia rende a Roberta inúmeros prêmios: Premio Ibero-Americano Cortes de Cádiz, Jovem Empreendedor 2012, Carioca do Ano 2011 (Música, revista Veja Rio), Profissional de Comunicação 2011, Marketing Profissional, ABP (Associação Brasileira de Propaganda), entre outros, além de ter sido eleita pela revista Época como um dos 100 brasileiros mais influentes dos anos 2010 e 2011.

Regina Casé

Regina Casé nasceu num dia de Carnaval, no bairro de Botafogo. Fez faculdade de comunicação, filosofia e história − mas não concluiu nenhuma. Preferiu seguir carreira de atriz. Fundou o grupo Asdrúbal Trouxe o Trombone nos anos 70 e ganhou o Prêmio Molière aos 23 anos com a peça Trate-me Leão.

Entre seus sucessos como atriz, destaca-se a estreia de TV Pirata, em 1988, programa que revolucionou o humor na televisão brasileira. Tinha ao seu lado, entre outros, Guel Arraes, Luís Fernando Veríssimo e os integrantes do Casseta e Planeta. Em 1989, conheceu o pesquisador Hermano Vianna. Foi o início de uma virada na sua carreira. Juntos, eles criaram um grupo de estudos e parcerias profissionais que fizeram Regina mudar o foco do seu trabalho − da arte para a antropologia. E daí que nasceu a nova fase produtiva: Brasil Legal, Muvuca, Central da Periferia

Gó Gó Boys

Eles levam a vida no gogó. O “Gó Gó Boys” é um grupo que faz sons com a voz. Nenhum instrumento. Só voz. Entre a voz e as caixas de som, um tempero: tecnologia de diversos pedais de efeitos eletrônicos para transformar, deformar e realçar o vocal. Por fim, o “Gó Gó Boys” é também um grupo de humor. Às vezes cínicos, outras vezes irônicos, e muitas vezes debochados, os integrantes do “Gó Gó Boys” são cantores que fazem coisas incríveis com a voz, mas não devem ser levados tão a sério.

Nasceu em 2011 como desdobramento de outro grupo, a banda vocal “Bombando”, que por mais de 10 anos esteve presente na cena musical carioca, chegando a compor e gravar para os programas “Fantástico”, “TV Xuxa”, “A Grande Família” e “Sítio do Pica Pau Amarelo”, todos da TV Globo e participando também da trilha sonora do filme “Os Normais 2” com uma faixa de seu primeiro CD.

Adailton Medeiros

Para alguns, o cinema é algo que ultrapassa os limites da tela. Adailton Medeiros acredita nisso. Idealizador e diretor-executivo do Ponto Cine, a primeira sala popular de cinema totalmente digital do Brasil, ele também fundou e dirigiu a Lona Cultural Carlos Zéfiro, a Casa de Artes de Anchieta e a Rádio Comunitária Virtude.

Na década de 80 e início dos anos 90, viveu na região amazônica. Em Rondônia, realizou dois documentários: “Iquê Juruena” e “Invasão Nhambiquara”. Implantou o Projeto Meu Valor e dirigiu a revista Sete Dias da Amazônia, por três anos.

Recebeu o Prêmio Faz Diferença 2008, do jornal O Globo, na categoria Segundo Caderno – Cinema, pelo trabalho de difusão, formação de plateia e democratização do acesso ao cinema brasileiro.

Nelson Motta

Crédito para foto: Egberto Nogueira

Não sabemos ao certo a partir de quando passamos a ter “muitas mídias”. Mas Nelson Cândido Motta Filho, ou apenas Nelson Motta, pode ser considerado um dos primeiros tradutores do conceito “multimídia” do Brasil. Compositor, escritor, jornalista, palestrante, letrista e produtor musical, o paulistano foi morar com os pais no Rio de Janeiro quando tinha apenas seis anos de idade. E lá testemunhou e influenciou tudo o que aconteceu na música a partir do surgimento da bossa nova.

É autor de aproximadamente − 300 músicas e entre seus parceiros estão Lulu Santos, Rita Lee, Ed Motta, Guilherme Arantes, Dori Caymmi, Marcos Valle, Guinga, Max de Castro, Erasmo Carlos, João Donato e a banda Jota Quest. Algumas de suas composições se tornaram clássicos da MPB: “Como Uma Onda”, “Perigosa”, “Dancing Days”, “Coisas do Brasil” e até a famosa canção de fim de ano da TV Globo “Um novo tempo”. Trabalhou como diretor artístico da gravadora Warner Music, produtor da Polygram, produziu discos e dirigiu shows de gente como Elis Regina, Marisa Monte, Sandra de Sá, Elba Ramalho, Djavan e Daniela Mercury. Escreveu, entre muitos outros, os Best sellers “Noites Tropicais” e “Vale Tudo – O som e a fúria de Tim Maia” (ambos pela editora Objetiva), que, juntos, venderam mais de 300 mil cópias. Esse último deu origem à peça “Tim Maia – Vale tudo, o musical”, que se tornou o maior  fenômeno de bilheteria teatral em 2011. Foi colunista do jornal Última Hora, manteve uma coluna diária em O Globo de 1973 a 1981 e de 2000 a 2005 na Folha de S. Paulo. E desde 2009 escreve colunas semanais nos jornais O Globo e O Estado de S. Paulo.

Na TV, trabalhou na produção do programa Sábado Som, pela Rede Globo, e do Festival Hollywood Rock. Idealizou e formatou programas como Chico e Caetano e Armação Ilimitada, além de ter participado do Manhattan Connection, primeiro programa da TV a cabo brasileira.  Foi co-roteirista da minissérie “O Brado Retumbante” e no segundo semestre de 2012 terá seu livro “O Canto da sereia” adaptado e transformado em microssérie, ambos na TV Globo. Apresentou o programa musical diário Sintonia Fina até 2011, em várias rádios do País. Apresenta também uma coluna semanal no Jornal da Globo, sobre cultura e comportamento.

Pedro Opice

Ele tem 26 anos. E, rapidamente, tornou-se especialista em algo de uma sofisticação ímpar: realizar desejos.

O paulistano Pedro Opice é administrador formado pela FGV. Já na adolescência, costumava surpreender amigos em viagens de turma com brindes inesperados espalhados pelas casas onde se hospedavam. Deu seu primeiro passo empreendedor produzindo o CD da banda “Os Opalas”, atuou em bancos de investimento e, num curso no exterior,  formatou a ideia e o modelo de negócio que, mais tarde, sustentariam as operações da Jazz Side, uma agência focada na realização dos sonhos de seus clientes e em um tipo de entretenimento extremamente personalizado. E, por causa desse modelo de negócio, foi convidado a ser diretor da Make a Wish Foundation no Brasil.

Luiz Calainho

À frente da holding L21 Participações (www.l21partipacoes.com.br), o empresário Luiz Calainho gerencia negócios distintos e sinérgicos.

Subdividida em L21 Mídia, L21 Conteúdo e L21 B2B, a empresa atua desde 2000 na área de entretenimento, mídia e conteúdo, investindo intensamente em economia criativa.

Com um perfil empreendedor, Calainho está sempre à procura de novos modelos e formatos, buscando constantemente caminhos empresariais inovadores.

O empresário é responsável por negócios em áreas que crescem vertiginosamente no mercado, como: conteúdo e entretenimento (“Aventura Entretenimento”, “ArtRio”, “Noites Cariocas” e “Stadium Rio”), web (“Vírgula”), música (“Musickeria”), mídia (“Mix Rio FM” e “SulAmérica Paradiso FM”) e operações a terceiros (“Acesso Distribuidora”, “Musickerama” e “Inflama Rio”).

Entre seus negócios de destaque, vale ressaltar que, desde 2008, a L21 investe intensamente no segmento de teatro por meio da “Aventura Entretenimento”. Destaque também para a ArtRio − a qual em seu primeiro ano já se posicionou como uma das grandes feiras das Américas − e a gravadora Musickeria, pela criação de um novo modelo para o negócio da música, tem também obtido resultados excepcionais.